Impact League 2026: como o Mubadala Brazil SailGP Team e a Nas Marés estão formando a próxima geração de velejadoras

Quebrar barreiras no esporte também é abrir espaço para que mais mulheres ocupem posições de destaque dentro e fora d'água. É essa a missão que o Mubadala Brazil SailGP Team, em parceria com a Nas Marés, vem construindo desde 2025 através da Impact League.
Nessa competição global, com times de vela de diferentes países participantes, o pódio é de quem gera mais transformação. E uma delas é a inclusão de mais meninas e mulheres no esporte. Por isso, vamos mostrar o que estamos fazendo para colocar essa mudança em prática, os números por trás dessa conquista e por que essa luta é tão importante.
Velejadoras brasileiras ocupando novos espaços na Impact League

Hoje, o FOIL é considerado uma das modalidades que pode abrir portas para grandes ligas internacionais, como a SailGP. Por isso, por meio de clínicas de vela, estamos preparando atletas brasileiras para conquistar novos espaços e disputar competições dentro e fora do país.
24 velejadoras já tiveram o primeiro contato com o foil
Somente através da clínica promovida pela equipe na Impact League 2026, 24 velejadoras brasileiras tiveram seu primeiro contato com o foil, a tecnologia que sustenta os barcos do SailGP acima da água em altíssima velocidade.
Um salto expressivo em relação ao ano anterior
Em 2025, 6 atletas de diferentes regiões do Brasil embarcaram na primeira clínica de foil do programa, batizada de "Driving Change".
Por que representatividade feminina no esporte é tão importante
Essa iniciativa do Mubadala Brazil SailGP, feita em parceria com a Nas Marés, dialoga diretamente com um movimento maior dentro do esporte olímpico e profissional.
Alguns dados reforçam essa urgência:
Desde 1991, qualquer novo esporte que deseje entrar no programa olímpico precisa obrigatoriamente ter competição feminina (fonte: National Geographic Brasil).
Metade dos assentos das comissões do Comitê Olímpico Internacional (COI) já são ocupados por mulheres (fonte: National Geographic Brasil).
Paris 2024 foi a primeira Olimpíada da história a alcançar paridade de gênero entre atletas.
Em 2019, a World Surf League igualou a premiação entre homens e mulheres, tornando-se a primeira liga esportiva dos Estados Unidos a fazer isso (fonte: Forbes).
Esses marcos mostram que o esporte mundial caminha para a equidade, e a vela, através de iniciativas como a Impact League, está inserida nesse movimento.
A diferença começa em casa: Mubadala Brazil SailGP e a parceria de impacto com a Nas Marés
Um dos diferenciais do projeto é dar o exemplo antes de pedir a mudança lá fora. O Mubadala Brazil SailGP Team é formado por mulheres que ocupam diferentes espaços e funções, dentro e fora d'água. Desde atletas a profissionais técnicas e de comunicação. E essa representatividade também está presente na Nas Marés, um ecossistema focado na conservação do oceano e liderado por mulheres. Hoje, somos parceira oficial de impacto do time.
Ter lideranças femininas ocupando esses espaços também muda a forma como meninas e outras mulheres enxergam o esporte. Afinal, quando uma mulher chega ao topo, ela também ajuda a abrir caminho para todas as que vêm depois.
O compromisso segue em 2026
Desde a primeira participação na Impact League, em 2025, o Mubadala Brazil SailGP Team e a Nas Marés se comprometeram a fazer parte dessa mudança de forma contínua. A equipe treina e abre espaço para velejadoras brasileiras através de mentorias, clínicas e referências que ajudam a abrir novos caminhos na vela e no esporte em geral.
A mensagem por trás da iniciativa resume o nosso propósito:
"O mar e o esporte também são delas."
Acompanhe no Instagram mais detalhes dessa jornada e as novidades preparadas para a etapa Better Sport.







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